Obra de Paulo André Barata é declarada patrimônio imaterial do Pará

Publicado em 24/06/2025

O legado musical de Paulo André Barata acaba de receber um dos maiores reconhecimentos do Estado. A Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (24), o Projeto de Lei nº 558/2023, que declara oficialmente a obra do compositor como patrimônio cultural e artístico imaterial do Pará. A proposta foi apresentada pelo deputado Iran Lima (MDB).

Para o parlamentar, o trabalho de Paulo André foi decisivo na construção e difusão da identidade amazônica. “a música de Paulo André Barata foi fundamental para a difusão nacional da cultura e da ideologia do homem amazônico, especialmente no Pará. Em suas composições, como a canção Paratininga (1980), ele trouxe à tona temas importantes, sobretudo a preservação da Amazônia”, destacou Iran Lima.

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Natural de Belém, o artista faleceu em setembro de 2023, aos 77 anos. Sua música atravessou décadas e fronteiras, sendo consagrada na voz de Fafá de Belém, com sucessos como Pauapixuna, Foi Assim e Este Rio é Minha Rua — que se tornaram hinos afetivos da região Norte.

Paulo André Barata também dividiu parcerias marcantes com seu pai, Ruy Guilherme Paranatinga Barata, que além de letrista, foi advogado, historiador e político. Juntos, criaram canções que ajudaram a moldar a identidade cultural da Amazônia, especialmente nos anos 1970.

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Agora, esse acervo ganha um novo status: o de patrimônio imaterial, um reconhecimento que assegura não apenas a importância da obra, mas também sua preservação para as próximas gerações.


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